sábado, 2 de junho de 2007

Piada Estrangeira


Ao ver quadros religiosos barrocos em que os fundos negros, pairavam como intermináveis sombras praticamente engolindo os santos... Uruk com a sua característica falta de oportunidade de estar calado, e com a sinceridade estúpida pergunta à iluminada Tzip.

Uruk - "Como é que é possível terem feito quadros tão escuros?!"
Tzip - "Também, à luz de vela o que é que estavas à espera?!"


The end

terça-feira, 1 de maio de 2007

Distribuir sofrimento

Infelizmente não consigo reter mais a imagem mental que fui desentulhar das mais recônditas e negras memórias que trago dentro desta cabeça amaldiçoada... Quem não quiser reviver, ou ouvir falar pela primeira vez (se esse for o caso não imaginam a sorte que têm) de um programa de televisão que trouxe os mais penosos horrores para todo o ser vivo que teve a maior das tristezas de visionar o programa carniceiro de serenidade interior... Parem imediatamente de ler! Terminem a conversa com o belo dia que se celebra hoje, respirando a nostalgia estalinista que paira no ar... (da Rússia! Não de cá! Felizmente o povo português já se apercebeu que mesmo levando na boca as coisas permanecem iguais).


Pois bem seus excomungados que continuaram a ler, vou-vos contar como me lembrei da desgraça maldita. Foi tudo por culpa dos grandes portugueses, esse concurso aparvalhado, em que o grande português que ganhou, por uma confortável maioria, foi sem mais nem menos o nosso Salazar, ou se preferirem, rapa-tachos. Ao ver isto, a minha mente (para verem como está putrefacta) foi desenterrar uma analogia infernal! Falo-vos do malfadado programa de televisão: A CASA DO TOY. Sim... Muitos de vós, caso tenham a felicidade de não estar sozinhos, têm agora um ente querido a chamar o INEM, quantos aos que continuam a ler, eu esclareço a questão: "mas o que é que tem uma coisa a ver com a outra?" – Pois bem, aqueles que verdadeiramente têm já lugar cativo e reservado em zona vip do inferno devem-se lembrar que existia nesse programa uma votação para eleger qual o preferido da casa. E se bem se lembram, o que ganhava sempre em todos os programas com uma vantagem absolutamente absurda (na ordem dos 90%) era o cão, que normalmente nunca aparecia. Acho que já perceberam a analogia... Para um concurso estúpido, um resultado estúpido... Isto sem entrar em mais pormenores penosos...
Já chega, sinto náuseas, preciso de virar o barco, até breve!



quinta-feira, 26 de abril de 2007

Boris Yeltsin

O homem que nos deu em Camp Davis (EUA) em 1995, juntamente com Bill Clinton um dos momentos mais humorísticos da política, ao dizer para Clinton: “tu és um desastre”. As suas danças ficarão célebres, como os seus apalpões, um incentivo ao assédio no trabalho. Mostrou que na política pode-se quebrar acordos num instante a seguir a ter feito um... Um homem a ser recordado, podendo ser eleito como o terrorista mais mediático. O médio oriente agradece por estarmos bem armados.

domingo, 11 de março de 2007

Dead Leaves

Tenho de partilhar convosco este fantástico filme. Eu sei que sou um pouco suspeito pois adoro anime, mas este vale mesmo a pena, se quiserem ver o filme mais frenético e caótico de toda a vossa vida, onde piadas (digamos que malandras) se homogenizam a toda velocidade com uma desenfreada e descontrolada violência gratuita! É simplesmente fantástico! Nada melhor para lavar a vista dos enfadonhos programas que eu imagino que permanecem, de pé em riste, a dar na nossa tolheita televisão. Fez me lembrar agora um programa que tive a infelicidade de visionar apenas por uns breves minutos, que mesmo sendo breves me marcaram com profunda amargura. Falo de um programa de um canal publico (sim, pois como sendo um bom totalitário visiono apenas a televisão publica (mas que estou eu a dizer?! Esqueçam... O que me vale é que o muro de Berlim ainda existe indiferente à passagem dos anos) e onde há um concurso onde um concorrente tenta por rituais não ocultos derrotar uma data de outros concorrentes para arrecadar uma quantia irrisória em dinheiro comparado ao euro miglion que até é mais barato de jogar, não dá tanto trabalho, não se enfada até ao expoente máximo da letargia uma multidão de telespectadores, não somos humilhados publicamente e não se ganha na mesma. Pois bem, este famoso concurso que me começou a ser perigosamente nocivo para a vista e para o cérebro, mudou de formato. Agora há mais proximidade entre o apresentador e o concorrente. Tudo bem? Não... Nada tenho contra personagens que possuem orientações sexuais consideradas alternativas, porém uma coisa é certa, quer essas pessoas quer as que não possuam devem saber respeitar o espaço de uma pessoa, principalmente quando não se conhece essa pessoa de lado nenhum e esta se encontra naturalmente intimidada por estar pela primeira vez na televisão. Não é que o apresentador, nos breves instantes no qual visionei o programa por mais do que uma vez agarrou de forma significativa o concorrente, quer se dizer, o homem até pode estar a gostar, mas é um concurso em horário considerado nobre numa televisão publica caramba! Não mais um programa da vasta programação do canal pink... Quer se dizer... Eis a minha sugestão. Acabem com o concurso, não pelo apresentador, não pelos concorrentes, não pelo novo formato, mas sim pelo programa como um todo, e comecem a dar filmes ou séries de jeito a esse horário, que ainda pode ser lascado por pobres trabalhadores... Será que vale a pena enviar um mail ao provedor? Mas para que me preocupo?! Eu não vejo televisão!


Seja como for vejam o filme!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Novelas Fracas

Apetece-me falar sobre política mundial. De forma básica e abrutalhada, tal como eu gosto!

Não querendo ser mauzinho, mas ao mesmo tempo sendo-o, o que é que vocês acham da retirada das tropas da coligação do Iraque ao mesmo tempo que ocorre o reforço das tropas amerikanskis? Hum? Pois bem, a verdade é que não tenho tido muito tempo para seguir esta problemática, daí a forma básica como vou falar dela. Para ser sincero isto cheira-me a esturro ao quilómetro! Talvez seja melhor converter para milhas. Smells like esturricated for miles! Eis a minha perspectiva (versão Fresas con Azucar):
Amerika: Jovens! Siga atacar o Irão! Curtam: reforçamos a nossa presença no Iraque, com a desculpa dos crescentes tumultos que são patrocinados por nós, e pimba! Atacamos o Irão!
Jovens: O que meu!? Tás a fritar?! O Irão não é como o Iraque, estão muito mais bem organisados pá! Vai nos sair muito cara a brincadeira puto! Para não falar da possibilidade de levarmos na fronha com um míssil nuclear! Quê!? Como dizia o outro: "na minha boca não"!
Amerika: Hei que granda chungas! Até parece que não têm entulho humano no vosso país do qual se queiram livrar sob a romântica forma de carne para canhão!
Jovens: Tipo, já chega não!?
Amerika: Cortes!
Jovens: Olha man, não queremos saber dessas cenas...
Amerika: Mas e agora seus anormais! Já sabem do meu plano, ides mamar na boca por não alinharem! Porque isto era suposto ser secreto! Tipo Pearl Harbor...
Jovens: Que cena! Agora queres armar um fight clubzinho aqui!? Que gajo mais passado! Olha lá pá, e que tal se nós bazassemos com a justificação de que está na altura de irmos para casa… e tu continuas lá nas tuas cenas, e é claro que não nos chibamos a ninguém! Tipo? Não era melhor se calhar? Sem haver estrilhos?
Amerika: Ya whatever man, mas mal se bufem! Snão vou aí e ponho-vos a contar os degraus do Teotihuacan com o queixo!
Jovens: Tasse bem puto, põe-te mas é nos quintos!

Acabou a amena cavaqueira. Não acham que é estupidamente lógico? E não se enquadra perfeitamente?
Castiço não é?

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Sr. Silva

O Senhor Silva voltou como um fantasma. No meio dos arbustos de espinhos a ilha volta a atormentar o continente. Temos que verificar que isto acontece no período do Carnaval e isto não se trata de nenhuma brincadeira com bombas. As bombas são vendidas para países civilizados como o Iraque; nós aqui como incultos usamos as palavras sem nexo e sem argumentação plausível. O homem do Sr. Silva apenas sabe usar o calão tendo por trás a retaguarda laranjinha que cobre as suas manobras de propaganda populista. Ele diz que não tem medo e mostra-se confiante noutra maioria. Isso provavelmente acontecerá, mas os custos duma nova campanha eleitoral provocará despesas desnecessárias. Ou talvez seja isso que ele queira para poder desviar alguns fundos...Será?!

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Olhe que não, shô Doutor! Olhe que não...

O Markl aconselha e eu também! Grande blog! Não tive oportunidade para ler tudo, mas há lá grandes pérolas, o meu post favorito é:

"É uma questão de coiso"

Um bem aja para o autor deste grande blog!