terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Como escapar de uma cena de pancadaria

Este pequeno manual destina-se àqueles que não possuem a mesma determinação, engenho e sadismo que o nosso prezado Uruk Riot possui!

Entra numa rua, multidões furiosas lutam entre si, tal qual tempestade maritima! Uma espiral de fumo ao fundo da rua, sangue no chão, dentes partidos são cuspidos para cima de si, vindos de um facinora preparado para lhe partir a cara...

Passo nº 1- Serenidade Perpétua: Não perder a calma! Vai-se arrepender depois!
Passo nº 2- Caranguejo Acéfalo: Olha para um lado, começar a mover-se de lado para onde houver menos gente.
Passo nº 3- Cobarde Malandro: Peça desculpa e diga qualquer coisa humilhante para si. Entretanto procure qualquer coisa nos bolsos que lhe possa servir para atirar ao oponente.
Passo nº 4- Gazela amedrontada: Se tiver algum coisa no bolso atire, não interessa se é o seu telemovel, a sua sobrevivência é o mais importante. Atenção!!! Não atire carteira, pode ser identificado e perseguido! Desate a correr enquanto imita o som de uma gaivota.
Passo nº 5- Rato imundo: Mova-se com a flexibilidade de uma cobra, corra com a velocidade de uma pantera, grite como se o mundo estivesse a acabar. Quando já estiver longe das multidões, esconda-se num sitio sujo e repelente e fique a marinar durante umas horas.
Passo nº 6- O Contador de Histórias: Quando já se sentir seguro vá para casa, tome um banho e vá dormir. No dia seguinte gabe-se aos seus amigos de ter estado no meio de multidões assassinas a promover o caos!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Para reflectir

""Os motociclistas na frente." São eles que intervêm em todos os casos graves: levar munições, dirigir os canhões anti-tanque, retirar os feridos da linha de fogo. Aqui está a 9ª Companhia do 104º Regimento de Granadeiros, o cabo-chefe Borstel de Stendal. Na vida civil era oficial-pintor e já na Polónia era agente de ligação motociclista. Quando a companhia, no combate da floresta de Odrywol perdeu numa hora 52 homens, ele rompeu com o seu side-car por entre as árvores contra os atiradores de elite polacos. Levava munições, retirava feridos. Esteve também em França, patrulhou no Reno e na Savóia.

Desde o começo de Abril de 1941 que serve em África. Participou em todos os combates, a disenteria arrasou-o. Está magro como um esqueleto, mas continua a guiar a sua moto. É um das centenas de milhares de homens que carregam nos ombros o fardo da guerra. E porquê? Porque não se revolta? Porque continua a rodar, a soar, a combater e a morrer? Se fizessem essa pergunta ao cabo-chefe Borstel, talvez ele não soubesse responder; abanaria a cabeça, encolheria os ombros e diria: "Quem não tem sorte, de qualquer maneira está perdido." Os motociclistas na frente!"

Em: Afrika Korps, Paul Carell, © Nannen Verlag, publicação portuguesa Livraria Bertrand

Um cumprimento especial a quem me ofrerceu o livro

domingo, 20 de janeiro de 2008

And Imodium Rapid Ruins The Day

O mais belo anúncio da televisão portuguesa. A minha sorte é que não sou uma pessoa sensível, pois este anúncio tem especial sabor às horas de refeição, nas quais faz questão de passar. O mercado da diarreia deve render bem porque esses momentos são prime time! Lembro-me bem a quantidade de vezes que passou na época Natalícia! E ainda bem, pois a grande frase deste anúncio é: “A diarreia aparece sempre nas piores alturas…”. Este é o mais recalcado desejo escondido de toda a população mundial, que é aquela vontade quase incontrolável de ter um acesso de diarreia desenfreado on the spot! Ainda este Sábado, levantei-me, com a maior languidez do Mundo, chego à varanda perfumada com os mais bucólicos perfumes, tendo os meus ouvidos generosamente acariciados pelo riso de gente de bem com a vida, o Sol vai alto e convidativo ao carpe diem, nisto digo de mim depois de um profundo e satisfeito sorriso:

– É pá! Mas que belo dia para pintar à pistola!

E com o mais belo sorriso, natural do mais do que merecido descanso do guerreiro, dirijo-me a um fiel companheiro de loiça, que me ajudará a passar belos momentos de contorções de dor, e receberá sem reclamar jorros de shit sem fim. Berrarei com satisfação:

– Ah! Veio mesmo a calhar!

Fonte da imagem: http://anatomias.mediasmile.net/index.htm

domingo, 9 de dezembro de 2007

A MG34

Como tive oportunidade de receber um belo livro com informações de altíssima relevância, decidi partilhar convosco:

A Maschinengewehr 34 foi desenhada por engenheiros na fábrica da Mauser em Obendorff. As principais características desta soberba metralhadora incluem a rápida mudança da culatra, a conexão da maioria dos componentes ser realizada por patilhas de baioneta, um sistema de recuo combinado com um esconde flashes. Um sistema onde a pressão nas partes superiores e inferiores do gatilho produziam uma pressão que permitia fogo semi-automático e automático respectivamente. Em termos gerais, a MG34 não era tanto uma leve/media metralhadora, mas sim a primeira metralhadora do mundo que servia para todas as ocasiões. Na sua forma leve, podia ser assente num bipé, quando montada num tripé Dreifuss 34 podia ser usada como arma anti-aérea. Para um papel de metralhadora pesada a MG34 era instalada num tripé Lafette 34, que também podia ser adaptado para fogo anti-aéreo. Havia a disponibilidade de inúmeros suportes para adaptação a veículos armados e fortificações. A MG34 entrou em serviço em 1936 e permaneceu em produção e em serviço até 1945. Era uma excelente arma, especialmente pela sua notável pontaria e elevada cadência de fogo (superior à grande maioria das metralhadoras de hoje!). A maior “falha” da MG34 era o seu elevado custo de manufactura e de tempo de construção.

Especificações:

Calibre: 7,92 mm

Comprimento: 1,219 m

Peso: 11,5 Kg (com o bipé)

Velocidade da munição: 755 m s-1

Cadência de fogo: 900 rpm (rounds per minute)

Alimentação de munição: cintos de 50 balas, clips de 50 ou de 75 balas


MG34 no tripé Lafette34


Text Source: Peter Darman, Small Arms Of The World, Military Handbooks

Um especial obrigado a quem me ofereceu o livro

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

"Lisboa! O que fazes tu?!"

O povo está faminto filósofo Sócrates. As tuas palavras deixaram de encantar, e agora chegou a altura dos lisboetas atacarem o assador gigante. Irão devorar o terreiro do paço, engolir cada castanha que esteja à vista. Rebelião! Aí Sócrates virá pedir que venha o batalhão islamista, versão curda da facção Judeia, da extrema-esquerda do partido mais à direita possível da parte sul do norte muçulmano. Mas nós seremos implacáveis. Não queremos pseudo-engenheiros.
Até o rei de Espanha te irá pedir com clemência para te calares. O Luís Filipe Menezes tentará imitar Zapatero, e pedirá educação aos políticos. O nosso batalhão dará uma aula de boas maneiras de como explodir castanhas. E por 2,5€ encheremos os neurónios com bebidas alcoólicas. Encaixaremos quase 25 milhões de euros na pinga. Serão entregues directamente na sede do PSD da vila mais baixa do cume de cima uma percentagem de 0.00001 %. Contributo do qual irá totalmente para as Santanetes. Porque nós gostámos de ver flash interviews com a mínima qualidade possível.
Abrem os ouvidos. O Papa já deu a lição aos bispos Portugueses.

domingo, 21 de outubro de 2007

A magia de Portugal

Nós, Portugueses, não fazemos mal a ninguém, a não ser a nós próprios. Como é que o resto do mundo pode não gostar de nós?

Turquia! Mas que fazes tu?

Ui mas o que é que se passa aqui? Quem disse que o único país de a invadir outros era o estados unidos da america! Não, não! Temos outro país que se acha pujante suficiente para invadir outro! Ah grande Turquia! Mas estou triste, porque não sei bem o que realmente se passa, nem mesmo o que não se passa realmente. É que nem as notícias falam nisso direito. Já fui ao site da euronews mas nada falam em relação a isso. O que me faz concluir que esta acção militar está isenta de opinião dos media. Isto quer dizer que os sistemas políticos dos países interessados no tema foram apanhados de surpresa, porque não tiveram tempo para decidir estratégias e falcatruas com as quais inundar a população de forma a ter dela o out-put pretendido. O que me faz preocupar um pouco, porque as balélas já vêem tarde, e a acção tem de ser tomada já! Isto pode levar a que o sistema entre em oversteering e que haja merda da grossa. Tenho pena de não saber mais sobre o assunto, mas decerto que as coisas se vão escalar a uma velocidade estonteante. Ou então esmorecem num impasse estupidificado, como tantos outros conflitos. Veremos...